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Poulvac Bursa F - Vacina viva contra a Doença de Gumboro

ZOETIS INDÚSTRIA DE PRODUTOS VETERINÁRIOS LTDA

Classes
Aves
Registro
7.644 em 21/02/2001
Responsável Técnico
Renato Beneduzzi Ferreira - CRMV: SP Nº 1.695
Princípio(s) Ativo(s)

VAC. DOENÇA DE GUMBORO (VER DOENÇA INFECCIOSA DA BURSA DE FABRÍCIUS)

Fórmula

Vacina liofilizada a vírus vivo modificado, amostra V877 com baixa atenuação (cepa forte), produzida em embriões de galinha SPF. Cada dose contém, no mínimo, 10 2,0 DIE 50 de vírus.

Contém gentamicina como conservante.

Indicações

Prevenção da Doença de Gumboro.

Dosagem

Utilizar o produto na proporção de uma dose para cada ave.

Administração

Administração na água de bebida:

Administrar em aves com mais de 14 dias de idade através da água de bebida estabilizada com leite em pó desnatado, considerando 01 (uma) dose de vacina por ave, de acordo com o seguinte procedimento:

  1. Determinar o volume estimado de consumo de água do lote a ser vacinado por um período de aproximadamente 2 horas (vide tabela abaixo).

  2. Cortar o fornecimento geral da água.

  3. Limpar o tanque ou caixa da água e os bebedouros utilizando água limpa, sem desinfetantes. Enxaguar e drenar completamente as tubulações.

  4. Medir o volume necessário de água em um reservatório limpo, adicionar o leite em pó desnatado (2 a 2,5 gramas por litro) e homogeneizar bem. Se for o caso, adicionar o corante azul para controle de eficiência do método de vacinação ou indicação de vazamentos.

  5. Reconstituir o número necessário de doses, abrindo os frascos da vacina e adicionando água limpa, fresca e não clorada até a metade dos mesmos.

  6. Fechar os frascos, agitar até a dissolução total do produto e transferir o conteúdo dos mesmos para o reservatório.

  7. Distribuir a vacina assim preparada em bebedouros previamente limpos, secos e em número suficiente para que pelo menos dois terços das aves possam beber ao mesmo tempo. É recomendável que a solução vacinal seja consumida em um período de no máximo duas horas após a preparação. A quantidade de solução vacinal a ser preparada varia em função da idade das aves e das condições climáticas.

Entretanto, como referência, observar a seguinte diluição:

Volume de água para:

Idade 1-4 semanas: 1.000 doses (7-10 Litros) / 2.000 doses (14-20 Litros) / 5.000 doses (35-50 Litros)

Idade 4-8 semanas: 1.000 doses (20 Litros) / 2.000 doses (40 Litros) / 5.000 doses (100 Litros)

Idade + de 8 semanas: 1.000 doses (40 Litros) / 2.000 doses (80 Litros) / 5.000 doses (200 Litros)

Esquemas Gerais de Vacinação:

Programas alternativos poderão ser postos em prática mediante orientação do Médico Veterinário.

• Pintos de corte com baixo nível de imunidade materna:

Vacinar no 1º dia de idade com vacinas combinadas contra as doenças de Marek e Gumboro, nas formas de apresentação congelada ou liofilizada. Revacinar com a vacina viva (cepa intermediária ou intermediária plus) entre 7 e 10 dias de idade. Revacinar com a vacina Poulvac Bursa F (cepa forte) entre 14 e 20 dias de idade.

• Pintos de corte com alto nível de imunidade materna:

Vacinar com vacina viva (cepa intermediária ou intermediária plus) entre 7 e 10 dias de idade. Revacinar com a vacina viva Poulvac Bursa F (cepa forte) entre 14 e 20 dias de idade. Se necessário, revacinar o plantel de acordo com a época mais provável do aparecimento dos sintomas clínicos da infecção.

• Aves destinadas à produção de ovos:

Vacinar com vacina viva (cepa intermediária ou intermediária plus) entre 7 e 10 dias de idade. Revacinar com a vacina viva Poulvac Bursa F entre 14 e 21 dias, e novamente entre 24 e 28 dias de idade. Se necessário, revacinar o plantel de acordo com a época mais provável do aparecimento dos sintomas clínicos da infecção.

• Aves destinadas à reprodução:

Vacinar com vacina viva (cepa intermediária ou intermediária plus) entre 7 e 10 dias de idade. Revacinar com vacina viva (cepa intermediária plus) entre 14 e 21 dias de idade. Revacinar com a vacina Poulvac Bursa F entre 24 e 28 dias de idade ou de acordo com a época mais provável do aparecimento dos sintomas clínicos da infecção. Administrar a vacina inativada contra a Doença de Gumboro entre 16 e 22 semanas de idade.

Precauções

Não utilizar em aves com menos de 14 dias de idade.

Evitar condições de stress durante a vacinação.

Não vacinar aves com doenças intercorrentes ou parasitadas.

Suspender o uso de medicamento e desinfetantes na água de bebida 48 horas antes e 24 horas depois da vacinação.

A água a ser utilizada para a preparação da vacina deve estar isenta de desinfetantes, detergentes, cloro, ferro, nitratos, etc.

Suspender o fornecimento normal de água de beber às aves 1 a 2 horas antes da administração da vacina, com o intuito de provocar sede.

Não utilizar bebedouros metálicos.

Utilizar bebedouros limpos e sem resíduos de sabão, detergentes ou outros produtos que possam ser nocivos à vacina.

Nunca fracionar a dosagem recomendada.

Restabelecer o fornecimento normal da água de bebida às aves somente após o consumo total da solução vacinal.

Não expor os bebedouros com a vacina à luz direta do sol.

Lavar e desinfetar as mãos antes e após o uso.

Vacinar durante os períodos mais frescos do dia, preferencialmente pela manhã.

A solução de vacina deverá ser distribuída igualmente em diversos bebedouros de modo que todas as aves tenham oportunidade de beber.

É recomendável que a solução vacinal seja consumida em um período de no máximo duas horas após a preparação.

Conservar esta vacina entre 2 o C a 8 o C até o momento de usar.

Uma vez aberto o frasco, utilizar todo o conteúdo. Após o uso, incinerar os frascos e eventuais sobras.

Não vacinar aves com 21 dias antes do abate.

Não deve ser usada para imunização de aves sem imunidade maternal. A doença pode ser observada ocasionalmente em pintos vacinados com baixos níveis de anticorpos maternais.

Apresentação

Frascos contendo 500, 1.000, 2.000, 2.500, 5.000 ou 10.000 doses, acondicionada em caixas contendo 10 frascos cada.

Classe Terapêutica

VACINAS, CORANTES E DILUENTES (BIOLÓGICOS)

SAC
0800 011 1919