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Poulvac Ovoline CVI - Vacina viva contra a Doença de Marek, sorotipo 1

ZOETIS INDÚSTRIA DE PRODUTOS VETERINÁRIOS LTDA

Classes
Aves
Registro
3.444 em 16/08/1990
Responsável Técnico
Renato Beneduzzi Ferreira - CRMV: SP Nº 1.695
Princípio(s) Ativo(s)

VAC. DOENÇA DE MAREK

Fórmula

Vacina congelada a vírus vivo, sorotipo 1. Virus CVI 988 (Cepa Rispens) de Marek.

Indicações

Vacinação de aves sadias como auxiliar na prevenção da doença de Marek.

Vacinação de aves de um dia de idade no incubatório.

Vacinação de embriões entre 18 e 19 dias de incubação (in-ovo).

Dosagem

Para administração pela via subcutânea, usar 200 mL de diluente para cada 1.000 doses de vacina. Administrar a dose de 0,2 mL na região dorsal do pescoço, através de máquinas vacinadoras semi-automáticas.

Para administração pela via in-ovo, usar 50 mL de diluente para cada 1.000 doses de vacina. Administrar a dose de 0,05 mL por embrião.

Administração

Administrar via subcutânea, na região dorsal do pescoço, através de máquinas vacinadoras semi-automáticas ou via in-ovo.

Esquema de Vacinação:

Preparar uma seringa estéril com uma agulha de calibre 1,2 mm (40 x 12) ou superior. Aspirar cerca de 1 mL do diluente, cobrir a agulha com o protetor e reservar.

Abrir a tampa do botijão e retirar o caníster (copo metálico com alça) com os suportes que contêm a vacina. Retirar somente as ampolas que serão usadas imediatamente e colocá-las em um recipiente com água previamente aquecida à 27 o C (o uso de termômetro e termostato é recomendado). Retornar o caníster para o botijão e fechar a tampa deste.

Descongelar rapidamente as ampolas, agitando-as com movimentos suaves durante aproximadamente um minuto.

A ampola da vacina apresenta uma região de corte demarcada entre o colo e o corpo. Com auxílio de um quebra-ampolas ou com as mãos protegidas por uma

toalha, quebrar a parte superior da ampola, segurando-a firmemente na posição vertical.

Utilizando a seringa preparada previamente, aspirar lentamente o conteúdo da ampola, homogeneizando a mistura no interior da seringa. A seguir, transferir a vacina para o frasco/bolsa de diluente, aspirando novamente cerca de 1 mL de diluente. Injetar o diluente na ampola da vacina, enxaguando as paredes da mesma. Aspirar e transferir o conteúdo da seringa para o frasco/bolsa de diluente.

Repetir este procedimento, de forma a extrair completamente o conteúdo viral da ampola de vacina. O produto está agora pronto para o uso.

Para vacinação por via subcutânea, administrar a dose de 0,2 mL na região dorsal do pescoço, através de máquinas vacinadoras semi-automáticas.

Durante o processo de vacinação, trocar frequentemente as agulhas. Recomenda- se o uso de agulhas 25 x 8 (para vacinação manual com seringa, utilizar agulhas 10 x 8). Assegurar a implantação de um programa preventivo de manutenção dos equipamentos, visando garantir a perfeita calibração do volume da dose, pressão de trabalho e profundidade da agulha, evitando assim eventuais falhas no processo de vacinação.

Para vacinação in-ovo, administrar a dose de 0,05 mL por embrião. Para a correta operação e manutenção da máquina, seguir as recomendações do fabricante do equipamento. Utilizar toda a vacina dentro de uma hora após o preparo.

Precauções

Utilizar somente o diluente fornecido pelo proprietário desta vacina, visto que todas as provas de controle de qualidade foram realizadas com diluente próprio. Mantenha um registro das vacinas e diluentes utilizados.

O diluente deve ser armazenado à temperatura entre 21 o C e 27 o C.

Utilizar EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) durante o manuseio e preparo de vacinas criogênicas. Vestir avental ou roupa específica, luvas de cano longo e protetor facial antes de retirar a vacina do tanque de nitrogênio líquido.

Manter o produto à temperatura de -196 o C (em nitrogênio líquido), observando sistematicamente o nível de nitrogênio do botijão. Completar, se for o caso.

Não transportar ou manusear os botijões em ambientes completamente fechados ou sem ventilação.

Se o nível de nitrogênio estiver abaixo de 20 cm, a vacina poderá estar comprometida e deve ser desprezada. Neste caso, não completar com nitrogênio e avisar imediatamente o responsável sobre a ocorrência.

Observar rigorosamente as medidas de segurança consigna-das nesta bula.

Atentar para o risco potencial de explosão da ampola de vidro no momento de destacá-la do suporte e durante o descongela-mento.

Vacinar somente aves sadias.

Não vacinar as aves nos 21 dias que antecedem o abate.

Manipular a vacina somente no incubatório.

Uma vez aberto os recipientes (vacina e diluente), usar todo o conteúdo.

Não conservar sobras para utilização posterior.

Manter fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Venda sob prescrição e aplicação sob orientação do Médico Veterinário.

Apresentação

Ampolas de vidro contendo 500 ou 1.000 doses.

Classe Terapêutica

VACINAS, CORANTES E DILUENTES (BIOLÓGICOS)

SAC
0800 011 1919